Sinto em lhe dizer, mas aqui já não pulsa mais você.
Já não tem mais seu cheiro percorrendo as minhas entranhas, já não tem mais a sua voz em cada pensamento e nem seu sorriso estampado na minha cara.
Me desculpa, mas a lixa do cotidiano e das desventuras da vida fez do amor pó e o vento da vida o soprou por ai.
Não se estranhe e nem se preocupe. Logo o que sobrou em você sofrerá os efeitos da lixa do destino também e eu serei um borrão na sua memória.
Sara Carneiro